Se jamais nascerão, o que estão fazendo aqui? Opine, que explicarei...
Do debate bate a gota no balde, colhe a gota de um instante
lava a chuva o nome de Freire, fria, fina... constante!
com gotas não transborda o balde... sem gotas é vazio ser...
A tempestade da chuva, revela gotas de lágrimas a escorrer.
Nem o balde é texto, nem a chuva é contexto,
mas para ler o texto, testo o pretexto.
É poema de presentes, é leitura que prescinde o preceder aos atos,
ou fatalmente não expõe a veracidade dos fatos!
Por que o porquê de tanta chuva?
Talvez por Ivo continuar vendo a uva...
Mas não se embriagr com o vinho!
pois colhe o balde as gotas da chuva,
mas as gotas se esvaem pelo caminho.
Pobre do balde frustrado, rico mestre ignorado...
Que mesmo com o nome na parede estampado...
Nunca lido, jamais lembrado...
Perdão por meu profano lirismo,
queria ser perturbador; sou apenas perturbado.
Que natimorto sejam meus versos,
pois versam versus o acesso de poder...
Poder ao qual sou adverso... pois ascende acesso
ao avesso do verdadeiro acesso ao saber!
Prof. Gílberte

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Você foi provocado,pense...comente...argumente